A grande travessia começou

20 de novembro de 2017

Dezembro de 2017 marcará a grande travessia da comunidade Marco Polo. Cada um de nós transportará suas próprias memórias e vivências e somará outras tantas novas expectativas na bagagem. As providências para nosso espaço já estão bem adiantadas. Vamos dividir algumas datas e próximas ações:

A mudança começará após a última semana de aula. Entre os dias 21 e 26 de dezembro, estaremos em trabalho interno, arrumando a nova sede e deixando tudo pronto para os atendimentos. A partir de 27 de dezembro, estaremos funcionando integralmente na nova sede.

Transferência da quadra de esportes, implantação dos espaços externos e a implantação das praças serão finalizadas antes do início das aulas.

Algumas melhorias vão começar junto com o próximo ano: a nova praça para a educação infantil, o laboratório de robótica, a nova sala de convivência, que ficará em frente à cantina.

Confiram as maquetes do novo Colégio.

Aos Senhores Professores do Colégio Marco Polo

1 de novembro de 2017

Este ano o Dia do Professor se reveste de caráter todo especial para os professores do Colégio Marco Polo: é tempo de mudança! Literalmente! Mudança para a nova sede, mudança para novos e renovados ares. Mas mudança também em outros aspectos: mudança de atitudes frente aos desafios que nos apresentam! Fazer valer a oportunidade profissional de crescer ainda mais neste novo cenário. Crescer não só quantitativa mas qualitativamente! Mostrar cada vez mais espírito de equipe, coesão e competência! Isto significa mudar não mudando, mas sim conservando o nosso DNA: dedicação, respeito à nossa comunidade discente e carinho pelas coisas da educação. Portanto, neste ano – em que pese sempre o cenário tormentoso do país em que vivemos, movido pelos desgovernos e súcias mais variadas – a mensagem é de esperança. Esperança na mudança física mas também noutras esferas, eis que o espírito de mudar afeta o individual e o coletivo. Nosso agradecimento mais caloroso e especial a todos os nossos professores nestes tempos adversos, de dificuldades mas de esperança na mudança. Vamos embora para o novo mundo, carregando nossos valores e nossas virtudes! Parabéns a todos os professores do Colégio Marco Polo por mais um Dia do Professor.

Prof. José Luiz Martins Nunes, Presidente da Associação Educacional Marco Polo

Contraturno: uma opção de vivência na escola

30 de agosto de 2017

A proposta do contraturno no Colégio Marco Polo Itajaí privilegia uma rotina dinâmica, tendo como preocupação proporcionar a socialização entre alunos, paralelo ao desenvolvimento de autonomia. Sob responsabilidade das professoras Fernanda dos Santos e Serena Spronello, ele é destinado a crianças a partir 4 meses e 7 anos incompletos, quando alunos do Colégio, e entre 1 ano e 6 meses e 7 anos incompletos para não alunos Marco Polo.

Essa opção surge com o propósito de apresentar atividades lúdicas, não pedagógicas, realizadas durante as manhãs livres, conforme a sua disponibilidade, ou seja, de um a cinco dias na semana (de segunda a sexta-feira). Queremos que a criança partilhe diversão, independência e descobertas!

Além disso, com a vivência no período do contraturno as crianças já passam a estar familiarizadas com ambientes diferentes do familiar, com adultos de fora do seu convívio de até então, uma vez que a permanência no colégio é sem a presença dos pais ou responsáveis.

Quer saber mais informações? Entre em contato pela nossa fanpage (http://www.facebook.com/mpitajai) ou pelo telefone (47) 3344-1139.

Confira como é a rotina dos nossos pequenos na tabela de horários e nas fotos a seguir:

TABELA IT

Voluntariado: quando o bem vai para o “outro”

28 de agosto de 2017

Cada vez que alguém doa alimentos, roupas ou um pouco de seu tempo para uma instituição, está exercendo uma ação voluntária. Movida pela vontade de ajudar e contribuir para a melhoria de uma carência, a boa vontade resulta no ato voluntário comemorado hoje, 28 de Agosto, como o Dia Nacional do Voluntariado.

Esta data afirma, no nosso país, a importância do ato voluntário, acolhe tanto as ações ocasionais quanto as iniciativas de caráter continuado – como as associações, voluntários de ONGs, Redes de auxílio – e enfatiza a importância do fazer em prol do que está para além de nossas necessidades individuais.

Dados coletados pelo Instituto Data Folha em 2014 informam que 28% dos brasileiros entrevistados doaram algum tipo de atividade não remunerada; 58% destes movidos pelo sentimento de solidariedade, 18% influenciados pela atuação de conhecidos ou instituições. Outros 17% dizem que entraram por satisfação pessoal. Como retorno, 51% indicaram a sensação de bem-estar, 40% motivados pela crença na utilidade do seu trabalho e 37% sentem-se pessoalmente gratificados.

Aluno Marco Polo também faz ação voluntária

De acordo com a proposta pedagógica do Colégio Marco Polo, tem-se por finalidade o desenvolvimento integral do aluno, o que inclui formar indivíduos capazes de atuarem na construção de valores que norteiam as relações interpessoais no exercício da cidadania. Como exemplo, trazemos o “Natal Super Legal”, desenvolvido pelas turmas de 5º ano do Ensino Fundamental na disciplina de Língua Portuguesa, com orientação da professora Rosana Favaro Flores.

Tendo por objetivo norteador ajudar uma instituição carente da cidade de Santa Maria, o projeto está em sua 5ª edição no ano de 2017. A obra que dá nome ao projeto, Natal Super Legal, do autor Megan McDonald, faz parte da já conhecida “Mala da Rosana”. (Saiba mais em: http://bit.ly/2gl51oK).

O projeto consiste em sensibilizar e discutir temas de importância social, aliando estas a arrecadação junto da comunidade Marco Polo de brinquedos, roupas, sapatos, alimentos e materiais de higiene pessoal. Como de costume, ao final do semestre letivo e próximo ao Natal, os alunos e a professora fazem a entrega dos donativos na instituição escolhida.

Confira algumas fotos da 4ª edição pelo link: http://bit.ly/2gjJRHs

O segredo desse tempero é o amor

15 de agosto de 2017

A Rita integrou a equipe do Colégio Marco Polo Itajaí em maio deste ano. Entre animada pela oportunidade de trabalhar diretamente para as crianças e temerosa pela responsabilidade de colocar em prática o cardápio da nutricionista Carolina Sommerfeld, desenvolvido a partir do conceito da alimentação saudável. Mas o que no começo trouxe algum estranhamento, hoje já está assimilado até na comida feita na sua casa. A família de Rita já experimentou bolo com farinha integral, almoço com menos sal e até alguns ingredientes desconhecidos um pouquinho tempo atrás.

E a turma do Colégio também ganhou com a nova colaboradora! As refeições ganharam um toque do surpreendente com o tempero da Rita. Segundo ela, são só ervas, algumas colhidas na própria horta, um bom refogado e muita vontade de ver a satisfação das crianças e da equipe.

Bem-vinda a Rita, o amor pelo seu trabalho e a vontade de se superar.

Dona rita pronto

Uma parceria entre escola e família: Biblioteca dos Pais

7 de agosto de 2017

Recentemente, o Colégio Marco Polo Itajaí lançou a “Biblioteca dos Pais”. Com intuito de incentivar a leitura, desenvolvendo nos pais o hábito de buscar e ampliar seus conhecimentos sobre assuntos relacionados à educação dos filhos. A Direção e a Coordenação Pedagógica do colégio mais uma vez se uniram em prol da comunidade escolar.

Localizada no hall de entrada da instituição, os pais têm acesso a esse acervo bibliográfico, em constante ampliação, podendo retirar semanalmente algum exemplar, em que o próprio pai tem autonomia para anotar no livro registro.

De acordo com as idealizadoras do projeto, notou-se que, muitas vezes, tanto o professor quanto a coordenação ou parceiros do colégio (psicóloga e nutricionista) recomendam alguma leitura aos responsáveis. Sendo assim, a Biblioteca dos pais surge como um apoio pedagógico, preocupando-se com a manutenção e continuidade da parceria entre escola e família.

Venha conhecer e construir essa biblioteca com a gente, dando sugestões de melhorias e livro.

Atenção ao presente e ao futuro dos alunos

31 de maio de 2017

A diretora pedagógica do Colégio Marco Polo, Claudia Vieira, junto com a coordenação, está atenta em responder às expectativas dos pais e professores sobre o os desafios cotidianos impostos aos alunos. Frente aos temas que envolvem as crianças e os jovens, como o bullying, a fragilidade às mensagens da internet e as perspectivas de futuro, foi proposto um ciclo de encontros para abordar de forma firme, porém tranquila, os assuntos que já estão no cotidiano, para ministrar os encontros foi selecionado o profissional Lucas Dolwitsch, coach de alta performance formado pela Febracis (Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico). Durante sua passagem pelo Colégio, foram realizadas três palestras, adequadas à faixa etária dos alunos, com o intuito de questionar e motivar à ação positiva.

Segundo a Diretora Pedagógica “A instituição já tem como rotina propiciar momentos que trabalhem e esclareçam temas polêmicos que, porventura surjam ao longo do ano letivo ou mesmo os assuntos que necessitem acompanhamento constante. Dessa forma, tem-se por hábito convidar profissionais externos para reforçar o que já é trabalhado na disciplina de Ética e Cidadania (5º ao 9º ano/EF), bem como em Filosofia e Sociologia (EM).”.

No relato sobre sua atuação junto aos estudantes, o coach indicou as principais abordagens: Começando pelo 5º, 6º e 7º ano, abordei sobre Bullying, com a ideia de chamar atenção sobre a qualidade de relacionamento que eles estão tendo tanto na escola e com sua família. Pois muitas vezes somos feridos com atos e palavras, acabamos nos fechando para a dor e levando isso a diante, levando criticas e espalhando maldades, e isso fica da vez mais comum principalmente na juventude. Nas turmas de 8º e 9º o tema abordado foi uma ideia sobre o futuro… Trouxe reflexões sobre o valor de viver no presente uma vida com sentido, entendendo que viver sem pensar nas consequências das suas ações levaria para um futuro que talvez eles nunca tivessem parado para pensar. Levantei sobre o uso de álcool, conteúdo inadequado em grupos de whatsapp, exposição nas redes sociais e o fato de “ficar” com muitas pessoas, fiz com que olhassem para um futuro vivenciando o reflexo dessas ações que estavam tendo no presente. Também foi abordado sobre foco, felicidade e gratidão, esses três temas somados com a ideia de não precisar provar nada a ninguém para ser feliz de fato, olhar mais para dentro de si e menos para o outro, colocando menos dificuldades para ser feliz de fato. Nas turmas de Ensino médio, o tema abordado foi também sobre o futuro, voltado à parte profissional e pessoal. Coloquei durante a palestra a importância sobre ter clareza do futuro, sobre realmente viver no presente de forma consciente afim de escrever um futuro promissor. Fiz entender sobre a responsabilidade que cada um tinha sobre sua própria vida…”

O balanço da Diretora foi de resultado positivo, observado na participação dos alunos, interessados em questionar e expor suas opiniões. Segundo Cláudia, “Percebe-se que é necessário propiciar, sempre que possível, estes momentos.

Os jovens autores santa-marienses

29 de maio de 2017

Maio é o mês da leitura em Santa Maria e o Colégio Marco Polo está atento em acompanhar os talentos locais. Nos dias 14 e 15 de maio conversamos com a Produtora Editorial Andressa Spencer e o Jornalista Jonas Migotto Filho para saber um pouco da experiência deles na produção literária.

Andressa e Jonas são representantes dos novos escritores santa-marienses e têm muito ainda a contribuir com a cultura de nossa região. Quer saber mais? Acompanhe as entrevistas a seguir:

 

Conversa com Jonas Migotto Filho

Quando passou a ter interesse em escrever e publicar um livro?

O interesse em escrever livros existe desde os tempos de colégio, no ensino fundamental. Entre os vários sonhos de infância, o de ser escritor sempre esteve presente quando eu respondia “o que você quer ser quando crescer?”. Na época, eu escrevia várias histórias baseadas nos desenhos animados que eu gostava.

Esse sonho de publicar um livro se tornou mais palpável durante a faculdade de jornalismo, na UFSM.  Aproveitei o Trabalho de Conclusão de Curso para escrever um livro-reportagem como projeto experimental. A grande reportagem é algo muito difícil de fazer no mercado de trabalho atual e algo que sempre me encantou. Assim, vi no TCC a chance de escrever sobre algo que eu acreditava e me identificava.

Durante o Colégio ainda, o interesse pela leitura e a própria escrita foi incentivado?

Sim. Principalmente no ensino fundamental. Nas aulas de português costumávamos frequentar bastante a biblioteca e também produzíamos muitas redações em sala de aula.

Como foi o caminho percorrido até a publicação do livro? Como o cenário em Santa Maria se mostra aberto, ou não, a novos autores? Conta um pouquinho sobre o livro, que conta a história de pessoas interligando ao clube de futebol amador da tua cidade natal.

A ideia do livro surgiu em 2013, mas só foi colocada em prática em 2015, meu último ano da graduação. Com a orientação do professor Paulo Roberto Araújo, passei o ano inteiro pesquisando as histórias do Esporte Clube Franciscano, um time amador do município de Dona Francisca, na região da Quarta Colônia. Para a realização do trabalho foram feitas várias entrevistas ao longo do ano. Além disso, foram consultados documentos, atas, fotos, vídeos, entre outras fontes. Depois, a escrita buscou se basear nos recursos do Jornalismo Literário, algo que o professor Paulo sempre incentivou, para os leitores terem uma experiência agradável ao entrar em contato com a obra, mesmo sem conhecer o clube nem a cidade. O livro não segue uma linha cronológica, os capítulos são divididos por temas e contam histórias das pessoas que construíram os mais de 80 anos do Franciscano. É possível que qualquer fã de futebol – principalmente amador – identifique-se com as histórias presentes no texto.

Durante o processo para a publicação do livro contei com a ajuda de muitas pessoas, até mesmo em uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos para a impressão. Além disso, precisei de suporte para as outras questões necessárias para publicar um livro (ISBN, revisão, diagramação, lançamento). Praticamente todo esse processo foi feito em Santa Maria e o pessoal foi muito receptivo e me apoiou. Por isso, realizei dois lançamentos no município. Um no Boteco do Rosário e, depois, na Feira. O feedback do público que já leu o livro tem sido muito positivo.

E a experiência de divulgação do Franciscanos na Feira do Livro de SM, como está sendo?

Foi uma experiência muito legal. A Feira do Livro é um momento especial. O livro já havia sido lançado tanto em Dona Francisca como em Santa Maria, mas o ambiente da Feira é diferente. É um local que possibilita uma troca de ideias muito enriquecedora com quem passa por ali. O trabalho ganha maior visibilidade e fica exposto para um grande número de pessoas. Além disso, é uma grande honra, pois vários autores que admiro também lançam suas obras ali.

A partir dessa experiência, quais são os próximos passos que pretende dar?

Quero continuar escrevendo. Tenho outros projetos de livros-reportagem. Também gostaria muito de escrever ficção. E, quem sabe, até aprimorar esse primeiro trabalho em futuras edições, pois sempre surgem novas histórias e novas abordagens. Nós evoluímos com as nossas vivências, mudamos as formas de pensar e o trabalho fica cada vez mais maduro.

 

Conversa com Andressa Spencer

Durante o Colégio, no teu caso, o interesse pela leitura e a própria escrita foi incentivado?

Sim, a escola teve um papel fundamental no meu desenvolvimento enquanto leitora. Acredito que a maior influência tenha sido da família, mas o incentivo por parte da escola em que eu estudava no ensino fundamental foi essencial para que eu gostasse ainda mais de ler e escrever. Nessa escola, os alunos precisavam ir uma vez por semana na biblioteca, escolher um livro e escrever um breve resumo acerca da obra lida. Pode ser que para alguns colegas tal prática tenha sido trabalhosa demais, porém ainda assim considero importante para que, nós alunos, descobríssemos parte do acervo que a escola tinha a nos oferecer. Além desse projeto, a escola também incentivava a leitura e a escrita através da hora do conto, saraus literários e dos debates acerca dos livros.

Nesse sentido, entendo que o primeiro contato, na maioria das vezes, parte da família, por outro lado, vejo na escola um importante mediador para aproximar os alunos ao universo da leitura e escrita; e para aqueles alunos que porventura não obtiveram um incentivo familiar, a escola se torna um mediador importante ao promover este primeiro contato através de projetos desenvolvidos junto as turmas. Creio que seria bem interessante as escolas investirem em projetos extraclasse, como grupos de redação e debate, clubes de leitura, concursos literários etc.

Tu já tinhas esse interesse em participar da criação e publicar um livro?

Eu sempre gostei de escrever e sempre admirei os autores que eu via nas feiras dos livros lançando suas obras, mas não pensava necessariamente na publicação de um livro. Foi durante a faculdade que essa ideia passou a despertar muito o meu interesse, pois no curso de Produção Editorial trabalhamos bastante com a preparação de originais, edição e revisão de livros.

Como foi o processo pós-publicação, tu acompanhaste? Como o cenário em Santa Maria se mostra aberto, ou não, a novos autores?

O livro lançado na Feira do Livro de Santa Maria este ano foi uma coletânea dos melhores TCCs da segunda e terceira turma do curso de Produção Editorial. O objetivo do livro foi reunir as pesquisas elaboradas na área para divulgar os estudos do campo editorial. Toda a produção do livro (lançamento do edital, recebimento e preparação dos originais, diagramação, projeto gráfico) foi feita pelos alunos do curso de PE. Nesse sentido, nós autores e egressos do curso, participamos mais da pós-produção do livro.

Nossa participação inicial se deu na escrita e preparação dos textos. Ao ser lançado o edital, recebemos a recomendação de que deveríamos enviar um artigo de até 15 páginas. Para mim, essa foi uma experiência bem desafiadora, afinal, meu TCC continha 120 páginas e diversos assuntos relacionados ao mercado editorial que eu poderia explorar. Me deparei com dúvidas como: que eixo abordar? Como desenvolver a temática em apenas 15 páginas? Qual eixo fará mais sentido para o leitor que não teve contato com o trabalho completo? Esses questionamentos me acompanharam durante o processo de escrita do texto.

Quando o livro já estava finalizado, recebemos a capa e o livro em primeira mão para verificarmos se as informações estavam corretas. Após a verificação o livro foi liberado para impressão e fomos convidados pela professora organizadora do projeto a participarmos do lançamento na 44º Feira do Livro de Santa Maria. O lançamento, além de uma sessão de autógrafos, fomos convidados a participar de uma mesa no Palco Livro Livre, cujo objetivo era contar um pouquinho sobre cada pesquisa contida no livro. Foi uma experiência bem marcante e positiva. Fiquei admirada e surpresa com as pessoas que passavam no local (no dia da feira) e pararam para saber do que se tratava o nosso livro ou até mesmo conhecer o nosso curso. Também foi muito gratificante ver os colegas de curso (de semestres iniciais) prestigiar o lançamento.

Em relação ao cenário santa-mariense, acredito que os autores locais encontram sim um espaço para lançamento e divulgação de suas obras em eventos como a Feira do Livro, Livrarias e Cafés, entre outros eventos literários. Além disso, o novo cenário editorial permite que tenhamos iniciativas bem interessantes de autores e editoras independentes. O que é difícil muitas vezes, na minha opinião, é a aceitação por parte do público. O local, assim como o nacional, infelizmente ainda encontra certa resistência para ser aceito.

E a experiência de divulgação do livro na Feira do Livro de SM, como está sendo?

A divulgação acabou ficando sob responsabilidade dos acadêmicos do curso, porém, cada autor pode convidar a família, amigos, colegas e professores para participar do lançamento dia 08. A maioria dos autores compartilhou o convite nas redes sociais, afinal, para nós este lançamento foi motivo de grande orgulho. Como mencionei anteriormente, participar desse projeto, estar presente na área dos autores, participar de uma sessão de autógrafos e estar no palco do Livro Livre foi uma experiência incrível que despertou ainda mais em mim o desejo de um dia me tornar uma escritora.

Família Ê, família A, família…

11 de maio de 2017

Diga de onde vens e eu te direi quem és.

Não ouvimos esta expressão exatamente como dita acima, mas ela contém uma das crenças professada por boa parte de nós. A família em que somos criados ajuda a moldar nosso entendimento do mundo e esculpe os contornos de nossos valores e caráter. Isso vem à cabeça ao trazer o tema família e festejar a mais fundamental célula social.

A família é a primeira construção social conhecida pela maioria de nós (lembremo-nos que há modelos que simulam as famílias, como os orfanatos, as casas de acolhimento e outros arranjos). Ela nos ensina sobre cuidado, respeito, hierarquia, comportamentos, relacionamentos horizontais e verticais. Sustenta e encaminha, pelo menos, até que possamos ser os construtores de uma nova família, ou optar por uma forma diversa de viver a idade adulta. Apresenta o mundo e possibilita abrigo, educação, assistência. “Não fosse minha família, sei lá como estruturaria meu cotidiano”, revelou uma amiga próxima durante o período de crise pessoal.

Para o lBGE, “família é o conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.” Isso expande o sentido da unidade citada acima, porque traz para este todos que vivem por um período de tempo sob o mesmo teto. Todos eles, de certa forma, responsáveis pela boa convivência do grupo e atores importantes na formação dos indivíduos. Considerando isso, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o Dia Internacional da Família em 1993, entendendo a importância de olhar para as necessidades da família frente aos desafios decorrentes das mudanças da sociedade moderna. Desde então, cada ano propõe um novo tema para discussões e projetos entorno do objeto família. Este ano,  concentra-se no papel das famílias e na promoção da educação e no bem-estar geral de seus membros. Em particular, conscientizar sobre o papel das famílias na educação infantil e oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para crianças e jovens.

No Colégio Marco Polo, abraçamos o tema e já sediamos a Festa do Dia da Família para aproximar os dois núcleos da convivência das crianças e jovens. Também apresentamos aos alunos, nos corredores do colégio, a iniciativa da ONU. E vamos seguir, ainda este ano, comunicando as ações relacionadas à  promoção do progresso pessoal e familiar obtido pela educação.

Isabel Cristina d’Avila | Diretora de Comunicação e Projetos

Bullying, não te queremos no Colégio

7 de abril de 2017

Hoje, 07 de abril, o Brasil reforça o combate ao Bullying. A data, nomeada Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, foi instituída pela lei de nº 13.277, de 29 de abril de 2016, para marcar o aniversário da tragédia do Realengo. Para falar sobre o assunto, convidamos a Orientadora Educacional Professora Claudete Linhares Sachett. Leia a seguir:

 

“Bullying, não te queremos no Colégio!

Vivemos um momento muito competitivo, um momento em que os seres humanos sentem a necessidade de serem superiores aos outros e/ou tirarem vantagem sobre o outro. Precisamos estar atentos quando essa atitude passa do limite. O Bullying é a prática que pode surgir de atitudes aparentemente inocentes e pode transformar-se em atitudes violentas, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa, o que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas. Devemos ficar em alerta para que ele não aconteça perto de nós.

O termo “bullying” surgiu a partir do inglês bully, que na tradução para o português significa tirano, brigão ou valentão. No Brasil, o bullying é traduzido como o ato de bulir, tocar, bater, socar, zombar, tripudiar, ridicularizar, colocar apelidos humilhantes e etc. Essa violência é praticada por um ou mais indivíduos, com o objetivo de intimidar, humilhar ou agredir fisicamente a vítima.

O bullying geralmente é feito contra alguém que não consegue se defender ou entender os motivos que levam à tal agressão, não podemos confundi-los com os atritos e desajustes eventuais. Normalmente, a vítima teme os agressores, seja por causa da sua aparente superioridade física ou pela intimidação e influência que exercem sobre o meio social em que está inserido. Pode ser praticado em qualquer ambiente, como na rua, na escola, na igreja, em clubes, no trabalho e etc. Infelizmente, muitas vezes este ato é praticado por pessoas dentro da própria casa da vítima, pelos seus próprios familiares.

Bullying no Colégio

No Colégio Marco Polo, combatemos diariamente todo e qualquer sinal que supostamente pode desencadear em bullying, mas destacamos que com a ajuda da família essa missão tona-se mais eficaz, pois algumas “brincadeiras” que em um primeiro momento parecem inocentes, em sua maioria, vem de casa, o que torna mais difícil o seu combate. O bullying atrapalha a aprendizagem do aluno, além de afetar o seu comportamento fora da escola. Destacamos então que os pais, juntamente com a comunidade escolar, devem estar atentos às atitudes de seus filhos e alunos, principalmente em alterações de comportamento e demais situações que pareçam fora do comum. Toda que vez que algo em relação ao comportamento do estudante causar estranheza, deve-se entrar em contato com o Colégio para que possamos fazer uma avaliação do caso.”

 

Claudete Linhares Sachett

Orientadora Educacional do turno da tarde do Colégio Marco Polo em Santa Maria

Dia Mundial da Conscientização do Autismo

2 de abril de 2017

Hoje, dia 02 de abril é dia mundial da conscientização do autismo. O Transtorno do Espectro Autista (TEA), segundo o DSM–V (2013), é caracterizado por déficits em dois domínios centrais: 1) déficits na comunicação e interação social e 2) padrões repetitivos e restritos de comportamento, interesses e atividades. A data foi decretada pela ONU, em 2008, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o transtorno que hoje estima-se que é apresentado por cerca de 2 milhões de pessoas só no Brasil.

Todas as crianças, adolescentes e jovens com autismo tem características específicas, pois há uma diversidade significativa dos comportamentos apresentados em quem possui o transtorno. Existem pessoas com comprometimentos sociais, mas sem problemas comportamentais; há casos de disfunções comportamentais sem atraso de linguagem, e muitas outras especificidades. Por isso se fala na diversidade do autismo, pois cada sujeito é único na maneira de se relacionar com o outro e construir suas aprendizagens.

O Colégio Marco Polo, que há muitos anos trabalha com uma perspectiva inclusiva, possui, em 2017, 11 alunos diagnosticados com autismo matriculados desde a educação infantil ao ensino médio. As intervenções realizadas para desenvolver as potencialidades de cada aluno são diversificadas, mas de maneira geral visam estimular a interação, desenvolvimento da linguagem e demais capacidades cognitivas.

Em colaboração com o trabalho da equipe de coordenação e professores do ensino regular, acontece a atuação da Educação Especial por meio do Atendimento Educacional Especializado (AEE). São realizados atendimentos individualizados a estes alunos, acompanhamento em sala de aula, apoio pedagógico aos professores e reuniões com demais profissionais da área da saúde e educação bem como estabelecida parceria com pais e responsáveis dos alunos para que juntos possamos refletir e construir estratégias que auxiliem no processo de inclusão escolar.

Nesse dia de conscientização gostaríamos de deixar registrado nosso agradecimento pela confiança no trabalho da equipe, e ressaltar que o processo de inclusão é construção de toda a comunidade escolar e um compromisso da nossa instituição.

 

Vista azul pelo autismo!

A cor azul é a cor símbolo do autismo, porque representa a maior incidência de casos no sexo masculino. No Dia Mundial de Conscientização do Autismo vários monumentos de várias partes do mundo ficam iluminados nessa cor.

REFERÊNCIA: American Psychiatry Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders – DSM-V. 5th.ed. Washington: American Psychiatric Association, 2013.

Maíra Xavier

Educadora Especial do Colégio Marco Polo de Santa Maria

Senhores Professores

14 de outubro de 2016

Neste Dia do Professor, não temos nada a comemorar. O país atravessa a sua crise mais aguda em tempos republicanos. Não falo em crise econômica – a dos anos 1980 e 1990 foi pior -, nem em crise política – a de 1954 foi muita mais grave, com o suicídio de Vargas – me refiro a crise moral. O Brasil do nosso tempo é uma nau sem rumo, na qual o devoramento entre si vivenciado pelos poderes legislativo, executivo e judiciário produz perversas consequências à nação brasileira.

Vivemos um presente fragilizado pela falta de esperanças; uma presidência marcada pelo questionamento de sua legitimidade; um Estado cujo governador, legitimado por milhões de votos, afirma que “é melhor receber parcelado (o salário) do que não receber”. Para além deste contexto, observamos atônitos acumularem-se provas da corrupção do poder legislativo e, em alguns momentos, talvez possamos nos questionar até onde devem chegar as ações do poder judiciário sobre o legislativo.

Existe saída para este cenário desalentador? Sim, existe! Na Finlândia formou-se o “Conselho Nacional” integrado por ……. professores. E este Conselho, renovado de tempos em tempos, fiscaliza o funcionamento de toda a estrutura pública do país. O motivo deste Conselho ser  ocupado por professores está no preâmbulo da Constituição finlandesa: “aos professores serão devidos todo o respeito e consideração nacional, pois eles asseguram o futuro da Finlândia”. Simples assim

O inverso ocorre no Brasil: a categoria dos professores recebe salários muito baixos frente à sua capacitação e sofre funestas consequências de reformas educacionais vindas de cima para baixo, sem sequer ser consultada.

Neste cenário, parece-nos não haver o que comemorar, meus prezados colegas! No entanto temos um rol de substantivos para sustentar essa comemoração: perseverança, persistência, idealismo. O exercício do Magistério, que por vezes parece ser uma insensatez, é um ato dos crédulos na conquista do futuro. Somos, portanto, visionários, porque lutamos por novos dias que não nos são assegurados hoje.

Parabéns a todos os Professores, em especial aos queridos e briosos professores do Colégio Marco Polo.

 

José Luiz Martins Nunes

Presidente da Associação Educacional Marco Polo

Agência de Desenvolvimento de Santa Maria

16 de maio de 2016

Confira uma breve entrevista realizada com o Superintendente Executivo da Agênca de Desenvolvimento de Santa Maria, Diogo De Gregori, sobre a atuação da ADESM na cidade e seus principais projetos  atividades.

A ADESM estará presente no próximo dia 19, quinta-feira, para uma palestra sobre o Plano Estratégico de Desenvolvimento de Santa Maria.

Qual o principal objetivo que moveu os participantes na criação na ADESM?
A Agência surgiu com o principal objetivo de aproximar as instituições que fomentam o desenvolvimento e o empreendedorismo em Santa Maria. As ações pelo desenvolvimento já aconteciam muito antes da ADESM ser fundada, em 2011: o Fórum das Entidades Empresariais (1989), A Incubadora Tecnológica de Santa Maria (UFSM – 1998), o Plano de Ações Estratégicas para o Desenvolvimento de Santa Maria “Coração Valente” (2003), Comitê de Empreendedorismo e Inovação e Escritório da Cidade (2005), formalização da Associação Parque Tecnológico de Santa Maria (2008), realização do Movimento A Santa Maria que Queremos, Pavilhão de Inovação da FEISMA, entre outras ações, que precederam a criação da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria. A ADESM não surge para ocupar o lugar de nenhuma dessas ações, e sim para somar esforços e, por meio de articulações com o poder público, instituições de ensino, empresários e comunidade pensar e projetar a Santa Maria que Queremos.

Quais  as atividades desenvolvidas pela ADESM?

Atualmente, a ADESM atua com 3 objetivos principais como base de trabalho:

1.     Articular o desenvolvimento sustentável de Santa Maria e região, pela ação integrada entre o Poder Público, Instituições de Ensino, Setor Empresarial, Associações afins e Voluntários da Sociedade.

2.     Fomentar e divulgar oportunidades de investimento no Município de Santa Maria e auxiliar na identificação e atração de investimentos de acordo com suas potencialidades (vetores de competitividade).

3.     Realizar a coordenação do Movimento “A Santa Maria que Queremos”, viabilizando os Fóruns Temáticos, como encontros de pessoas interessadas em debater ideias, estudos e projetos, bem como viabilizar a implantação das Ações relacionadas ao desenvolvimento sustentável de Santa Maria e região, mantendo atualizado seu Plano Estratégico de Desenvolvimento.

Em cinco anos de atuação, podemos destacar algumas atividades desenvolvidas:

  • Articulação entre as lideranças e instituições de Santa Maria
  • Material bilíngue de divulgação de Santa Maria: português-inglês, português-espanhol, português-alemão e português-chinês
  • Santa Maria em Dados: www.santamariaemdados.com.br
  • Coordenação do Movimento “A Santa Maria Que Queremos” – Caderno de Propostas e Plano Estratégico de Desenvolvimento
  • Projeto de enquadramento dos APLs Metalmecânico; de Tecnologia da Informação e Comunicação; e Polo de Defesa
  • Projetos de captação de recursos para o Santa Maria Tecnoparque
  • Consolidação do Polo de Defesa de Santa Maria
  • Contato/apresentação de SM para mais de 100 empresas
  • Coordenação do Seminário Internacional de Defesa

 

Como se estabelece a relação da Agência com os projetos? Eles são selecionados dentro do que está em atuação na cidades, ou a Agência propõe novos?

Durante estes cinco anos de trabalho, especialmente na elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento, a ADESM identificou Potenciais Polos para o desenvolvimento de Santa Maria, os vetores de competitividade municipal: Polo de Saúde, Polo de Turismo, Polo de Economia Criativa, Polo de Meio Ambiente, Polo de Produção primária, Polo de Conhecimento e Polo de Defesa. A partir desta constatação, a ADESM tem proposto ações (ex.: projeto dos APLs – metal mecânico; tecnologia de informação e comunicação; e polo de defesa) que estejam alinhadas a estes vetores para os quais a cidade tem vocação. Desta forma, também os nossos projetos são focados mais especificamente nestes setores.

Quais os planos da ADESM para o ano de 2016 ? Qual o principal setor em que pretende investir na articulação de projetos?

No final de 2015, trabalhamos na revisão de nosso Planejamento Estratégico, que nos trouxe missão e visão para direcionar nossos passos. São eles:

Missão: Fomentar o desenvolvimento sustentável de Santa Maria e região, por meio da articulação dos diversos agentes da sociedade, da divulgação de oportunidades e atração de investimentos com base nos potenciais Polos previstos no Plano Estratégico de Desenvolvimento, e coordenar o Movimento “A Santa Maria Que Queremos”.

Visão: Ser reconhecida pela comunidade como instituição fomentadora do desenvolvimento sustentável de Santa Maria e Região, e ser reconhecida nacionalmente como uma importante Agência de Desenvolvimento até 2020.

Também nesta revisão de Planejamento, identificamos 21 ações estratégicas, entre elas:

·  Disseminar a cultura de empreender e inovar, apoiar as ações empreendedoras e articular o aumento de aporte de tecnologia nas empresas de Santa Maria por meio da aproximação com as universidades;

·  Articular a implementação de ações de desburocratização na abertura e fechamento de empresas;

·  Acompanhamento da implementação de Planos Municipais, como de Saúde, Saneamento, Mobilidade Urbana, Educação, Cultura;

·  Fortalecer os APL’s e estimular novos setores produtivos;

·  Auxiliar na consolidação da atuação conjunta das forças de segurança, articular ações de modernização e utilização de tecnologia;
·  Articular a implementação das principais ações do Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED) além da divulgação do mesmo, das suas ações e resultados efetivados, entre outros.

Trabalhamos com estratégias a longo prazo, então nosso Planejamento prevê ações a serem desenvolvidas até 2020, mas que demandam trabalho contínuo e dedicado de articulações junto aos diversos setores envolvidos.
Para 2016 também já está agendada a entrega do Plano Estratégico de Desenvolvimento aos candidatos à Prefeitura e à Câmara de Vereadores de Santa Maria. O objetivo é que todos conheçam o PED e desde já trabalhar na articulação das propostas junto a eles.

Como a população em geral pode colaborar para viabilizar os projetos de desenvolvimento de Santa Maria?

Primeiramente é muito importante que as pessoas conheçam o Plano Estratégico de Desenvolvimento e se apropriem deste documento que foi construído junto daqueles representantes de diversos setores da sociedade e da comunidade em geral. O Movimento A Santa Maria que Queremos proporciona momentos de integração, trocas de informações, contatos e articulações nas reuniões dos Fóruns Temáticos e Grupos de Trabalho (Agronegócio; Indústria; Turismo, Comércio e Serviços; Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia; Economia Solidária; Mobilidade Urbana e Rodovias; Saneamento; Aeroporto Civil e Plataforma Logística; Educação; Saúde; Segurança; Cultura; Meio Ambiente; e Gestão Pública). Porém, esta é apenas uma das formas de participar da ADESM e da construção de um município melhor. A Agência de Desenvolvimento de Santa Maria está de portas abertas para quem desejar fazer parte deste projeto! O Plano Estratégico de Desenvolvimento deve ser atualizado permanentemente e a comunidade tem papel fundamental nesta missão de manter atual o documento que sintetiza os anseios da comunidade que deseja – e merece – uma Santa Maria melhor.

A construção de uma cidade melhor passa por todos nós, não é missão para este ou aquele, somos peças fundamentais e essenciais nesta tarefa. A Santa Maria que Queremos depende do nosso comprometimento, de nosso empenho e dedicação em utilizarmos as ferramentas existentes para identificarmos as necessidades e propor as mudanças adequadas.

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Da Grécia para o Brasil: a história dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos

19 de abril de 2016

A Grécia nos legou inúmeros elementos culturais, por isso é considerada o berço da sociedade atual. Dentre tantas heranças, encontram-se os Jogos Olímpicos.

Os jogos olímpicos eram realizados na cidade de Olímpia, na Grécia antiga, em homenagem ao Deus grego Zeus (principal divindade dos gregos). Conforme o livro  Araribá Plus, “os habitantes da Grécia antiga também realizavam festividades em homenagem aos seus deuses ou para marcar momentos importantes da sua vida. Alguns cultos eram privados, outros eram públicos, como os sacrifícios, rituais em que animais domésticos eram mortos e oferecidos aos deuses, e as profissões. Um dos mais famosos era realizado a cada quatro anos na cidade de Atenas, em homenagem à deusa que dava nome à cidade. Certos rituais eram tão longos e animados que se transformavam em verdadeiras festividades, como era o caso dos jogos olímpicos”.[1]

Como se pode perceber as festividades em homenagem aos deuses deram origem as Olimpíadas, que duravam um longo período e ocorriam a cada quatro anos. Cabe destacar que, na antiguidade, somente os homens participavam dos jogos. Os gregos  oriundos de diversas cidades-estados, competiam sem roupa, com a intuito de serem mais rápidos e ágeis durante os jogos.  As mulheres, da mesma forma que na política, eram excluídas das competições. Nessa época, eram disputadas diversas modalidades esportivas pelos atletas, pode-se citar algumas como: corrida, salto, arremesso de disco, de dardo e luta. Os vencedores, ao final das provas, recebiam folhas de louro, simbolizando o mito de Dafne.[2]

 As festividades ou disputas eram tão relevantes que desencadeavam a suspensão das guerras existentes na região da Península Balcânica.

As olimpíadas antigas ocorreram até o século IV d. C., pois o cristianismo, religião monoteísta que surgiu durante o Império Romano,  não aceitava o culto aos diversos deuses gregos. Dessa forma, os jogos olímpicos deixaram de ser realizados.

Somente no ano de 1896, inspirado nas competições gregas, o Barão Pierre de Courbetin (pedagogo), recriou os Jogos Olímpicos, também denominados de jogos modernos. Desde o final do século XIX, os jogos vêm acontecendo em quadriênios, com novos símbolos, como os anéis que representam os continentes e a bandeira olímpica. Ressalta-se que na Era Moderna os jogos foram suspensos durante as duas grandes guerras mundiais, entretanto nunca perderam a essência de promover a paz entre os povos.

Outra inovação da modernidade foi a criação dos Jogos Paraolímpicos. As primeiras disputas dessa natureza surgiram na Inglaterra, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, uma vez que muitos homens haviam perdido alguns dos seus membros ou apresentavam sérias lesões auditivas,  necessitando de tratamento de reabilitação. O criador de modalidades esportivas voltadas para pessoas com deficiência foi do médico neurologista Ludwig Guttmann. Este juntamente com o governo inglês fundou um centro voltado à reabilitação médica. Nesse centro, a prática esportiva passou a ser a melhor forma de recuperação física e mental. No ano de 1948, foi realizado o primeiro jogo paraolímpico com a participação de pessoas que lutaram na grande guerra. A ideia foi um sucesso.

Assim, em 1960 na cidade de Roma, foi disputado os jogos paraolímpicos e, desde então, os atletas já profissionais, com deficiência passaram a participar de competições realizadas no mesmo ano das Olimpíadas, no entanto, em datas diferentes.

[1] Araribá Plus: História/obra coletiva. Editora Responsável Maria Raquel Apolínário. 4ª Ed. São Paulo: Moderna, 2014. P. 162.

[2] A origem do símbolo está na mitologia comum a ambas as culturas. Segundo ela, o deus Apolo teria se apaixonado pela linda ninfa Dafne, mas ela não nutria o mesmo sentimento por ele e fugiu para as montanhas, tentando escapar da sua perseguição. Dafne acabou pedindo proteção a seu pai, o deus Peneio, que optou por transformá-la num loureiro: foi assim que a ninfa venceu Apolo. Por isso, os vencedores de qualquer tipo de competição eram coroados com folhas dessa planta. Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-os-herois-gregos-e-romanos-usavam-coroa-de-louros. Acesso em 17 Abr de 2016.

Juliana Motta

Professora de História do Ensino Fundamental e EJA do Colégio Marco Polo

Queridos alunos!

22 de fevereiro de 2016

A direção, os professores e funcionários estavam com saudades de vocês! Corredores vazios e silenciosos não combinam com a alegria e movimentação que são tão peculiares, na nossa rotina, durante o ano o letivo.

Nesse período de férias, esperamos que vocês tenham descansado bastante, para repor as energias perdidas em 2015. Já, por aqui, foi um período de muito trabalho para preparar a escola, para o retorno de vocês.

Muitas novidades os aguardam: quadra coberta, academia própria, banheiros reformados, salas de aula alegres e coloridas, novo mobiliário em todo o Ensino Médio, bem como nova aparelhagem de multimídia, entre outras melhorias aprovadas pelo presidente da mantenedora, Prof. Dr. José Luiz Nunes.

Tudo foi realizado pensando em vocês e, tenham certeza, com muito carinho!

Aos alunos que já faziam parte da escola e seus familiares, desejamos que nossa parceria se mantenha, baseada na confiança e transparência e que, assim, continuemos esta caminhada de sucesso.

Aos nossos novos alunos e familiares, agradecemos o voto de confiança. E tenham absoluta certeza de que faremos o possível para que vocês cheguem ao final de 2016 convictos de que fizeram a escolha correta, ao nos confiarem seus bens mais preciosos. Sintam-se, desde já, acolhidos com o carinho e companheirismo que são a marca registrada deste Colégio.

Desejamos que todos se sintam carinhosamente abraçados e que o ano letivo de 2016 seja pleno de realizações, alegrias e de muito sucesso para todos nós.

Excelente retorno!

Cláudia Vieira Schramm

      Diretora Pedagógica