Bullying, não te queremos no Colégio

7 de abril de 2017, categoria: Educação em pauta/

Hoje, 07 de abril, o Brasil reforça o combate ao Bullying. A data, nomeada Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, foi instituída pela lei de nº 13.277, de 29 de abril de 2016, para marcar o aniversário da tragédia do Realengo. Para falar sobre o assunto, convidamos a Orientadora Educacional Professora Claudete Linhares Sachett. Leia a seguir:

 

“Bullying, não te queremos no Colégio!

Vivemos um momento muito competitivo, um momento em que os seres humanos sentem a necessidade de serem superiores aos outros e/ou tirarem vantagem sobre o outro. Precisamos estar atentos quando essa atitude passa do limite. O Bullying é a prática que pode surgir de atitudes aparentemente inocentes e pode transformar-se em atitudes violentas, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa, o que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas. Devemos ficar em alerta para que ele não aconteça perto de nós.

O termo “bullying” surgiu a partir do inglês bully, que na tradução para o português significa tirano, brigão ou valentão. No Brasil, o bullying é traduzido como o ato de bulir, tocar, bater, socar, zombar, tripudiar, ridicularizar, colocar apelidos humilhantes e etc. Essa violência é praticada por um ou mais indivíduos, com o objetivo de intimidar, humilhar ou agredir fisicamente a vítima.

O bullying geralmente é feito contra alguém que não consegue se defender ou entender os motivos que levam à tal agressão, não podemos confundi-los com os atritos e desajustes eventuais. Normalmente, a vítima teme os agressores, seja por causa da sua aparente superioridade física ou pela intimidação e influência que exercem sobre o meio social em que está inserido. Pode ser praticado em qualquer ambiente, como na rua, na escola, na igreja, em clubes, no trabalho e etc. Infelizmente, muitas vezes este ato é praticado por pessoas dentro da própria casa da vítima, pelos seus próprios familiares.

Bullying no Colégio

No Colégio Marco Polo, combatemos diariamente todo e qualquer sinal que supostamente pode desencadear em bullying, mas destacamos que com a ajuda da família essa missão tona-se mais eficaz, pois algumas “brincadeiras” que em um primeiro momento parecem inocentes, em sua maioria, vem de casa, o que torna mais difícil o seu combate. O bullying atrapalha a aprendizagem do aluno, além de afetar o seu comportamento fora da escola. Destacamos então que os pais, juntamente com a comunidade escolar, devem estar atentos às atitudes de seus filhos e alunos, principalmente em alterações de comportamento e demais situações que pareçam fora do comum. Toda que vez que algo em relação ao comportamento do estudante causar estranheza, deve-se entrar em contato com o Colégio para que possamos fazer uma avaliação do caso.”

 

Claudete Linhares Sachett

Orientadora Educacional do turno da tarde do Colégio Marco Polo em Santa Maria